O Corpo de Bombeiros defende que no momento da aplicação da manta asfáltica no telhado, uma chama atingiu o forro de isopor do shopping.
Já o laudo do Incrim aponta que o fogo teria começado no projetor de filmes instalado na sala de exibição mais atingida.
A chefe de Perícia Oficial do Maranhão, Anne Kelly, defendeu que não existe divergência, e que na verdade o Corpo de Bombeiros levanta varias hipóteses sem necessariamente as concluir.
Mesmo com a justificativa, o MP ordenou a retirada de todos os projetores da fabricante (Barco Limitada) de todos os cinemas do país. O inquérito ainda não foi concluído.