Segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz, nos últimos dois meses, o Estado teve cerca de 400 casos da doença. Somente neste ano já foram quase 1.700 ocorrências.
De acordo com o relatório da Fiocruz, o vírus sincicial respiratório representa pouco mais de 40% dos casos.
Já a covid-19 – que está em declínio – representa quase 23%, os casos de influenza A e B representam 17,5% e 6,6%, respectivamente.
A síndrome respiratória aguda grave tem como principal sintoma febre, acompanhada de tosse ou dor de garganta.