JUSTIÇA AUTORIZA PREFEITURA A LANÇAR FALTAS DE PROFESSORES GREVISTAS

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A decisão foi da desembargadora Maria Francisca Gualberto Galiza, que também já havia considerado a greve ilegal. Ela negou os pedidos do Sindicato de suspensão dos efeitos do ato de convocação para que os servidores retornassem aos postos de trabalho a partir do dia 26 de abril.

A desembargadora autorizou os descontos e contratação de professores temporários para que deem andamento às aulas enquanto durar a paralisação. A segunda audiência de conciliação, que aconteceu ontem, foi encerrada sem acordo entre o Sindicato e a Prefeitura.

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